19 de maio de 2015

Sete ideias para transformar a casa-de-banho num spa

A ideia para hoje é tornar a casa de banho numa zona de calma, serenidade e (até) sofisticação. Seja grande ou pequena, seja usada por crianças ou adultos, esta é uma divisão que se quer sempre impecável e arrumada. 
 
Deixo-vos algumas ideias, depois destas fotografias inspiradoras...
 
 
 









1. Não ter medo de usar acessórios que normalmente se usariam noutras divisões, como tapetes bonitos, fotografias, plantas, ramos de flores, entre outros. Dentro desta lógica, colocar um espelho com uma moldura antiga pode dar um toque especial.
 
2. Less is more: o ideal é ter o mínimo de coisas à mostra - se puder estar tudo arrumado dentro de armários, melhor.
 
3. Cestos: são óptimos acessórios para a casa-de-banho - para colocar toalhas, roupa usada, brinquedos de crianças ou um conjunto de produtos para os convidados usarem.
 
4. Velas: são altamente relaxantes, quer para um banho calmo no fim do dia, como para um duche rápido - preferencialmente, sem crianças por perto.
 
5. Luz: faz imensa diferença. De manhã, precisamos de espaços bem iluminados que ajudem a despertar e, à noite, queremos uma luz mais ténue, mais ligeira, que ajude a relaxar. O ideal, por isso, é ter várias fontes de luz que se possam acender e apagar consoante as necessidades. Um candeeiro baixinho ajuda a tornar o ambiente mais confortável;
 
6. Toalhas: todas iguais e, idealmente, brancas ou com tons neutros - afinal, são sempre estas cores que encontramos nos spas. Para mim, vale mais investir em alguns conjuntos de qualidade do que ter muitas, desparelhadas e de fraca qualidade.
 
7. Materiais: ultimamente os que mais tenho gostado são os mármores, os azulejos brancos com rebordo a preto (sei que este tema é um pouco controverso), mosaico hidráulico e madeira.
 
Vocês, o que fazem para terem um ambiente de spa em casa?

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4 de fevereiro de 2015

Clássico e moderno

Num apartamento jovem, confortável e cheio de estilo em Chicago:





{via}
Antigamente achava que para ter uma casa jovem tinha que ter muitos móveis modernos, de linhas rectas e com poucas cores.

Pois bem, mudei.
Percebi que móveis clássicos e de boa qualidade são muito melhores que outros modernos e de qualidade duvidosa. Percebi que não preciso de linhas rectas e de minimalismo para ser feliz. Aos poucos, fui aceitando umas cadeiras da minha Avó, depois uma cómoda da Tia e hoje em dia - sentimentalista que sou - não consigo deixar de olhar para estas peças, e para as memórias que me trazem, com carinho.
Esta mistura de peças jovens e clássicas está muito bem conseguida neste apartamento. Gosto imenso do sofá branco e fofo e da composição de quadros na parede. O quarto encantou-me também, pela cor - muito actual e moderna, e pela cómoda que serve de apoio: clássica e intemporal.  Por último, chamo também a atenção para os dois espelhos, colocados estrategicamente ao lado da mesa de jantar e em cima da cómoda do quarto.
Vocês, gostam? Se for o caso, vejam também este apartamento em São Francisco.
***
When I was younger, I thought that, in order to have a modern home I needed contemporary furniture, straight lines and few colors.
Well... I've changed!

Now I realize that classic furniture and good quality are much better than modern and, sometimes, of dubious quality pieces. I do not need straight lines and minimalism to be happy. Gradually I started accepting some chairs from my grandmother, then a dresser from my aunt, and today - sentimentalist as I am - I am really fond of the memories they bring.

This mix of young and classical pieces works wonderfully in this apartment. I really like the white and fluffy couch and the composition of pictures on the wall. The bedroom also caught my attention because of the wall color (a very modern taupe) and the dresser: classic and timeless. Finally, let me draw your attention to the two mirrors, strategically placed next to the dining table and on the bedroom dresser.
Is this your style? If so, you might like this San Francisco apartment as well.
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8 de outubro de 2014

Casa de arquitecto

L'art naît de contraintes, vit de luttes et meurt de liberte*
  
 
Os arquitectos belgas andam com imenso sucesso no mundo da decoração, o que se deve - imagino eu - à excelente escola de arquitectura de Bruxelas, La Cambre. A casa de hoje é de Nicolas Schybroek, um dos 100 melhores arquitectos actuais, de acordo com a Architectural Digest, e é talvez um pouco diferente das que costumam passar por aqui.
 
Deixo-vos as imagens... 
 
 
 





 
A casa conjuga-se em torno do beije, da madeira bastante escura e dos azulejos de porcelana. O único quadro existente, e que se impõe maravilhosamente na sala, é o óleo de um homem a beber serenamente uma cerveja (!). Também não há tapetes nem almofadas.

Sente-se um certo ambiente masculino, mas também algo de muito suave que, confesso, não consigo bem perceber de onde vem.
 
Não sendo o meu estilo habitual, deixei-me encantar por esta atmosfera, pela simplicidade, pela coerência de cores e materiais e pelos detalhes em cada divisão. Sempre que olho para uma fotografia vejo qualquer coisa diferente e inspiradora...
 
Vejam a entrevista que Nicolas Schybroek deu ao site CoffeeKlatch, que é muito interessante. E se gostarem deste estilo mais masculino, não percam este apartamento, também em Bruxelas, e este, em Berlim.
 
 
*André Gide
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