Talvez tenha sido em Londres, há quase um ano,
que me deixei encantar pelo trabalho do Alexandre Farto. Já tinha ouvido falar
dele e visto um ou outro dos seus projectos, mas nunca ao
vivo.
Quando olhei para aquela cara e senti a emoção que o
Vhils (literalmente) arranca das paredes, fiquei rendida.
A arte tem várias etapas, não é? Fases em que
aparecem pessoas altamente criativas que desenvolvem uma nova forma de
mostrar o mundo. Passam-se muitos anos. E de repente, aparece outro
artista com uma nova técnica verdadeiramente inovadora e com
um olhar radicalmente diferente de todos os outros. Pois então, eu considero o Vhils como um desses grandes, geniais artistas.
Desculpem este momento e este post um bocadinho
diferente dos habituais mas, como já perceberam, sinto uma enorme admiração pelo Vhils e achei que
tinha que a partilhar aqui, no dia em que soubemos que ele foi considerado pela Forbes um
dos 30 jovens com menos de 30 anos mais promissores do Mundo. Orgulho!
